Um vinho que presta homenagem à música

Com uma localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, na margem esquerda do rio Douro, junto a Tabuaço (entre as cidades da Régua e do Pinhão), a CVD – Companhia dos Vinhos do Douro encontrou na Quinta do Cabeço o terroir perfeito para a produção dos seus vinhos, dando vida às marcas Fagote e Oboé, numa verdadeira homenagem ao universo da música clássica.

É o caso do Fagote, um vinho que recorda um instrumento particularmente difícil de aprender, mas que, quando bem manuseado, é dono de um grande encanto expressivo. Poucos instrumentos têm um som tão característico como o seu. O timbre único do Fagote dá origem a sonoridades mais melancólicas, o que explica o seu estatuto e admiração entre compositores e maestros, conquistando um lugar de destaque em qualquer orquestra.

Segundo a empresa, o Fagote Grande Reserva Vinhas Velhas 2015 é um retrato fiel da tradição da região, aperfeiçoado com um toque de modernidade. Em prova transmite toda a essência e o caráter das emblemáticas e cada vez mais difíceis Vinhas Velhas, caracterizadas pela baixa produção anual que é compensada pela sua qualidade excecional.

Na adega, os trabalhos requeridos são mais delicados e rigorosos, pedindo dedicação e atenção da mão humana. Na base desta “melodia”, estão algumas das castas principais do Douro, sendo este lote constituído por uma enorme mistura de castas antigas e tradicionais da região, aqui provenientes de vinhas com idades compreendidas entre os 30 e 50 anos.

Com um estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês, este vinho caracteriza-se pela grande concentração, complexidade e potencial de envelhecimento. A cor ruby profunda sugere aromas atraentes, que combinam em simultâneo fruta e notas minerais. Na boca é muito redondo e encorpado, com a madeira a surgir bem integrada, culminando num conjunto agradável, equilibrado e muito bem afinado. É capaz de brilhar a solo num concerto intimista no copo, ou acompanhado, lado a lado, com alguns dos principais pratos da cozinha tradicional portuguesa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *