Vinhos: Crasto Branco 2015 “conquista” crítica britânica

Num dos melhores anos de sempre para os brancos do Douro, a Quinta do Crasto tem acumulado distinções em todo o mundo. Desta vez, o destaque foi para o Crasto Branco 2015, eleito vinho da semana no Reino Unido.

A produção de vinhos não fortificados na Quinta do Crasto foi iniciada nos anos 90, uma altura em que a região despertava para uma nova era. E se inicialmente eram os tintos que estavam no centro das atenções, hoje outro capítulo começa a escrever-se. O sucesso dos vinhos brancos da Quinta do Crasto já motivou o produtor a plantar mais 8,7 hectares de vinha com as castas Viosinho e Gouveio.

Os últimos comentários chegam com sotaque britânico. Jancis Robinson, influente crítica de vinhos e aficionada dos vinhos portugueses, testemunhou na primeira pessoa a ascensão dos vinhos brancos do Douro na sua última visita a Portugal, onde destacou a nova colheita do Crasto Branco 2015.

Na sua nota de prova oficial, Jancis Robinson refere que “este vinho tem toda a frescura que a sede de um dia de sol pede, acompanhado por um leve aroma a flor de laranjeira e uma acidez crocante”. Além da nota positiva, elegeu o Crasto Branco 2015 foi ainda eleito “vinho da semana” no Reino Unido.

Do outro lado do oceano, nos EUA, o mesmo vinho arrancou uns expressivos 90 pontos na escala de Robert Parker. Foi também aqui que outro membro da família da Quinta do Crasto esteve em destaque: Crasto Superior Branco 2015, produzido com uvas do Douro Superior (Viosinho e Verdelho), obteve 92 pontos, sendo considerada a melhor colheita desta referência produzida até ao momento.

Com uma localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século, sendo que os primeiros registos conhecidos referindo a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira feitoria, juntamente com as quintas mais importantes do Douro.

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